quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Geral - 3ª postagem (horários) - 06/02/14

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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

7º A e B - 3ª postagem Roteiro de Estudo - 06/02/2014

(3)

Unidade 1: A FORMAÇÃO DA EUROPA FEUDAL

Analisar o infográfico da pág. 10 e 11

Tema 1: Os germânicos entram no mundo romano

O fim do Império Romano

·     Causas do enfraquecimento e da desestruturação do Império Romano, a partir do séc. III:
         1.    Dificuldade em manter a proteção das fronteiras contra invasões dos bárbaros (exército, funcionários, estradas, muros de proteção, etc.);
         2.    Fim das guerras de conquista de novos territórios;
         3.    Redução de escravos e consequente aumento do valor da mão de obra;
         4.    Diminuição da produção e aumento do preço dos produtos;
         5.    Invasão dos povos germânicos que fugiam dos hunos (bárbaros do oriente) a partir do ano 406;
        6.    Deposição do último imperador romano do ocidente, Rômulo Augustulo e início de um novo período da história chamado de Idade Média.

A ruralização da sociedade e a prática do colonato

·      A crise econômica e a insegurança provocaram o êxodo urbano, ou seja, a migração do povo da cidade para o campo.
·     Proprietários rurais que enfrentavam a falta de mão de obra, passaram a oferecer um pedaço de terra para as pessoas que saíam das cidades em busca de proteção. Em troca, elas deveriam entregar parte do que produzissem ao proprietário, como pagamento pelo uso da terra. A essa relação de trabalho dá-se o nome de colonoto.
·   A partir do séc. IV, os colonos, como eram chamados inicialmente, passam a pertencer a terra, deixando de ser  trabalhadores  livres.
·     Dá-se início à servidão, ou seja, os camponeses passam a ser chamados de servos, criando uma dependência econômica e social com os proprietários da terra, que passam a explorá-los cada vez mais, criando uma grande variedade de impostos e obrigações.

Ver texto da pág. 13 : Os hunos

Como o líder guerreiro tornou-se rei

·    Entre os povos bárbaros, era comum a realização de uma assembleia (comitatus) para eleger o líder.
·       Aos poucos, os líderes guerreiros dominaram grandes territórios e tornaram-se reis. Essa liderança passou a ser, então, hereditária.

As realezas germânicas

·     No antigo Império Romano o poder era centralizado, porém, com a invasão dos bárbaros, esse poder foi fragmentado, ou seja, dividido em vários reinos.
·  Entre os bárbaros, as leis eram baseadas nos costumes e transmitidas oralmente (direito consuetudinário).
·       Para aplicar a justiça utilizavam o ordálio, isto é, o juízo dos deuses, que consistia na utilização de teste onde prevalecia a lei do mais forte. Exemplos: duelos, prova de fogo, água, etc.

Ver texto da pág. 13: Os vândalos

Tema 2: Os germânicos e a Idade Média

·       As invasões dos povos germânicos ocorreram em duas fases:
1ª) Invasões dos vândalos, suevos, ostrogodos e visigodos entre os séc. V e VI. Guerreavam entre si e seus domínios não eram duradouros.

2ª) Invasão dos francos (Gália), anglo-saxões (Grã-Bretanha) e lombardos (Itália). Lentamente estabeleceram-se em territórios romanos e ali permaneceram.


terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

8º A e B - 3ª postagem Roteiro de Estudo - 04/02/2014

(3)
Unidade 1: A EXPANSÃO DA AMÉRICA PORTUGUESA

Observar gravuras da pág. 10 e 11

Introdução:

  •          Os índios no Brasil anteriores à ocupação portuguesa (1500): de 5 milhões de indivíduos, foram reduzidos a aproximadamente 360 mil, distribuídos em 215 povos.
  •          Utilizados como mão de obra escrava até o séc. XVIII (Amazônia e São Paulo), também foram vítimas de doenças trazidas pelos europeus e perderam suas terras para o homem branco.
  •          Atualmente vivem no Norte e Centro Sul  e lutam pelo direito às terras e pelas tradições.

Tema 1: As missões jesuíticas

  •          A Companhia de Jesus é uma instituição da Igreja Católica criada pela França em 1534, pelo espanhol Inácio de Loyola.
  •          Inicialmente itinerantes, os jesuítas pregavam o Evangelho, viajando por vários continentes.
  •          No Brasil e em outras regiões da América se estabeleceram e construíram colégios, onde utilizavam a educação para cristianizar os povos (colonos e indígenas).
  •          Os principais jesuítas no Brasil foram: Manuel de Nóbrega e José de Anchieta.
Observar imagens nas págs. 12 e 13.
Ler texto da pág. 13: O trabalho missionário de José de Anchieta
  •          Nos colégios missionários da colônia ensinavam retórica, humanidades, gramática grega e gramática latina.
  •          Para ensinar e catequizar os nativos, os jesuítas aprenderam a língua tupi e se organizaram em aldeamentos chamados missões ou reduções.
  •          Nas missões, impuseram o modo de vida cristão: abandono do politeísmo e crença num só Deus; desvalorização das funções dos pajés (curandeiros); abandono da poligamia (vários parceiros) e das práticas antropofágicas (ato de comer carne humana); mudança do tipo de moradia.
Ver infográfico das págs. 14 e 15

Tema 2: A conquista do sertão

  •          Os moradores da Vila de São Paulo eram pobres e não podiam comprar escravos africanos, que eram caros.
  •          Praticavam uma economia de subsistência não voltada para a exportação.
  •          Solução: organizar expedições de apresamento de índios, chamadas bandeiras, financiadas pelos próprios colonos.
Ver mapa e gravuras das págs. 16 e 17

  •          As bandeiras também procuravam metais e pedras preciosas, mas visavam principalmente a captura de índios nas missões jesuíticas, já que estes estavam acostumados à disciplina do trabalho e conheciam técnicas agrícolas ensinadas pelos jesuítas.
  •          Conhecidos por bandeirantes, os membros das bandeiras, que podiam variar entre centenas e milhares de homens, abriam clareiras nas matas para o cultivo de alimentos (feijão, milho e abóbora). Alguns deles ficavam no local e quando os demais retornavam, os produtos já estavam maduros para serem colhidos.
  •          Muitas dessas clareiras deram origem a atuais municípios no Brasil.
  •          Foi através de uma expedição comandada por Raposo Tavares que chegou até a região Amazônica, que esse território, antes pertencente à Espanha, tornou-se território português.
  •          Além das bandeiras, outros tipos de expedições também contribuíram para a ampliação das fronteiras do Brasil, tais como: as entradas e as monções.
  •         Entradas: eram financiadas pelo governo português para defender a região açucareira dos ataques de índios, além de procurar metais e pedras preciosas. As entradas ocorreram principalmente no Nordeste.
  •         Monções: levavam mantimentos, armas, tecidos, instrumentos agrícolas e escravos para as povoações urbanas no interior da colônia, navegando pelos rios, principalmente os rios Tietê e Paraíba do Sul.
Conhecimentos adquiridos dos indígenas

  •          Os exploradores aprenderam a se guiar pelos astros, a marcar caminhos golpeando troncos de árvores, perceber a aproximação de animais, localizar água potável e construir canoas em um tronco só (piroga).

Canoa indígena feita de tronco de árvore escavado a fogo - do caraíba piragua.
"Tomadas de pavor, dando contra os baixios,
As pirogas dos teus fugiam pelo mar..." 
(Olavo Bilac)



Tarefa: pág. 20 e 21


8º A e B - 2ª postagem Roteiro de Estudo - 04/02/14

 (2)
Estou transcrevendo abaixo a música Pindorama que ouvimos na sala de informática. Observem que há dois tipos de sotaques que se alternam na canção (indígena e português), cada um com uma visão diferente da chegada dos europeus.

Observação:  “Pindorama” é uma palavra tupi-guarani (pindó-rama ou pindó-retama) que significa “terra/lugar/região das palmeiras. É uma designação pré-cabralina (antes de Cabral) dada a regiões que mais tarde formariam o Brasil, ou seja, é o nome indígena por excelência do nosso país.

Para ouvir a música acessem o site http://letras.mus.br/palavra-cantada/286863/#selecoes/286863/

Pindorama
(Terra à vista!)
Pindorama, Pindorama
É o Brasil antes de Cabral
Pindorama, Pindorama
É tão longe de Portugal
Fica além, muito além
Do encontro do mar com o céu
Fica além, muito além
Dos domínios de Dom Manuel
Vera Cruz, Vera Cruz
Quem achou foi Portugal
Vera Cruz, Vera Cruz
Atrás do Monte Pascoal
Bem ali Cabral viu
Dia 22 de abril
Não só viu, descobriu
Toda a terra do Brasil
Pindorama, Pindorama
Mas os índios já estavam aqui
Pindorama, Pindorama
Já falavam tupi-tupi
Só depois, vêm vocês
Que falavam tupi-português
Só depois com vocês
Nossa vida mudou de uma vez
Pero Vaz, Pero Vaz
Disse em uma carta ao rei
Que num altar, sob a cruz
Rezou missa o nosso frei
Mas depois seu Cabral
Foi saindo devagar
Do país tropical
Para as Índias encontrar
Para as índias, para as índias
Mas as índias já estavam aqui
Avisamos: "olha as índias!"
Mas Cabral não entende tupi
Se mudou para o mar
Ver as índias em outro lugar
Deu chabu, deu azar
Muitas naus não puderam voltar
Mas, enfim, desconfio
Não foi nada ocasional
Que Cabral, num desvio
Viu a terra e disse: "Uau!"
Não foi nau, foi navio
Foi um plano imperial
Pra aportar seu navio
Num país monumental
Ao Álvares Cabral
Ao El Rei Dom Manuel
Ao índio do Brasil
E ainda quem me ouviu
Vou dizer, descobri
O Brasil tá inteirinho na voz
Quem quiser vai ouvir
Pindorama tá dentro de nós
Ao Álvares Cabral
Ao El Rei Dom Manuel
Ao índio do Brasil
E ainda quem me ouviu
Vou dizer, vem ouvir
É um país muito sutil
Quem quiser descobrir
Só depois do ano 2000


Revisão encerrada. Vamos iniciar agora o livro do 8º ano.

7º A e B - 2ª postagem Roteiro de Estudo - 04/02/2014

(2)

A divisão do Império Romano                                                                                                                  
·       Para facilitar a administração, o imperador Diocleciano dividiu o Império Romano em quatro regiões e procedeu a uma reforma política, dividindo o poder imperial entre dois governantes (final do séc. III).
·       Após a abdicação de Diocleciano, um novo imperador foi reconhecido: Constantino, que converteu-se ao cristianismo e através do Edito de Milão, concedeu liberdade de culto a todas as religiões, inclusive o cristianismo, que até então sofria muita perseguição.
·       Em 395 o então imperador Teodósio dividiu o império em duas partes: Império Romano do Oriente (capital em Constantinopla) e Império Romano do Ocidente (capital em Ravena, depois Milão).
·       Em 476, os bárbaros depuseram o último imperador romano do Ocidente, Rômulo Augústulo.
·       A partir daí, deu início, na Europa Ocidental, o período conhecido por Idade Média, que durou até o séc. XV.
O Império Romano do Oriente
·   A capital do Império foi construída pelo imperador Constantino em 330, no local onde antes se encontrava a colônia grega de Bizâncio, e passou a se chamar Constantinopla.
·      Com Justiniano no comando, o Império Romano do Oriente viveu uma época de grande esplendor, com conquistas de territórios e publicação do Código de Justiniano, uma atualização das principais leis romanas.
·       No séc. VIII a sociedade viu-se proibida de cultuar imagens sagradas (ícones) e muitos revoltaram-se contra essa determinação da Igreja. Esse conflito ficou conhecido como Questão Iconoclasta.
·    Havia divergências também entre o cristianismo bizantino e o cristianismo romano, o que levou a uma separação entre a igreja do Ocidente, fiel ao Papa de Roma, e as igrejas ortodoxas do Oriente. Essa separação ficou conhecida como Cisma do Oriente.
·       No séc. XV os turcos conquistaram Constantinopla, transformando-a na capital do Império Otomano. Após 1930, o nome da cidade foi mudado para Istambul, que hoje é uma importante cidade da Turquia.

Revisão finalizada. Vamos agora iniciar o novo livro do 7º ano.