quarta-feira, 8 de outubro de 2014

7º A e B - 14ª postagem roteiro de estudo - Unidade 5: O encontro entre dois mundos - 08/10/14


UNIDADE 5: O ENCONTRO ENTRE DOIS MUNDOS

Tema 1: O nascimento das monarquias nacionais

Com a derrota das Cruzadas, a peste negra e a fuga dos servos, muitos senhores feudais foram à ruína. Por outro lado, surgia uma rica burguesia comercial, que tinha interesse em impulsionar o comércio.
Assim, tanto a nobreza quanto a burguesia apoiaram o fortalecimento do poder dos reis, visando obter favores da Coroa.
Com isso, os reis unificaram a moeda, as leis, os impostos e estabeleceram um sistema de pesos e medidas único, o que facilitou o comércio.
A nobreza de espada, ou seja, os nobres de sangue, passou a fazer parte da corte do rei e vivia na ociosidade. Já a nobreza togada, composta pelos burgueses que compravam títulos de nobreza, atuava no Parlamento, na Justiça e nos órgãos públicos.

A política mercantilista

Com o objetivo de obter metais preciosos (ouro e prata) e fortalecer o reino, os monarcas adotaram algumas práticas econômicas que receberam o nome de mercantilismo, entre elas:
·       Balança comercial favorável: visava importar menos produtos, evitando a saída do metal do país, já que a riqueza de um reino era medida pela quantidade de metal precioso que possuía (metalismo).
·       Estímulo às manufaturas locais: evitavam a importação de bens manufaturados e exportavam o que produziam.
·       Conquista de colônias: visando as riquezas que esses locais podiam fornecer, como África, Ásia e América.

A aliança entre o rei, a burguesia e parte da nobreza

Os interesses de cada grupo levaram ao fortalecimento da autoridade do rei, fazendo surgir os Estados Nacionais.

O Estado absolutista

O regime absolutista, isto é, a grande concentração do poder político nas mãos do rei, teve seu auge no séc. XVII.

Teóricos do absolutismo

Para que o poder do rei fosse aceito pelas pessoas, era necessário que houvesse uma base teórica para justificar o poder absoluto dos reis sobre o reino.
Alguns importantes pensadores da época se encarregaram de desenvolver teorias, ou melhor, justificativas, para o absolutismo. Foram eles:
·       Thomas Hobbes (1588/1679): defendia a ideia de que “o homem é o lobo do homem”, ou seja, a natureza humana é má e egoísta, por isso, considerava importante que o Estado deveria ter plenos poderes para defender a sociedade.
·       Jacques Bossuet (1627/1704): propôs a doutrina do direito divino dos reis, na qual a autoridade do rei expressava a vontade de Deus, portanto, era incontestável e ilimitada.

Ver gravuras das pág. 126 e 127

Tema 2: A expansão marítima portuguesa

O pioneirismo português

Os portugueses foram os primeiros a empreender longas viagens marítimas, sendo que os principais motivos desse pioneirismo foram:
1) A tradição nas atividades pesqueiras e agrícola;
2) O aperfeiçoamento das técnicas de navegação e
3) Uma burguesia mercantil numerosa.

O caminho marítimo para as Índias

Para os portugueses, a concorrência com os árabes e os italianos que disputavam a rota comercial com o oriente, fez com que procurassem uma nova rota comercial. Assim, invadiram a cidade de Ceuta, no norte da África e iniciaram a expansão marítima (1415).
Em 1453, os turcos otomanos conquistaram a cidade de Constantinopla, dificultando ainda mais o acesso ao oriente por aquela rota.
Assim, os portugueses intensificaram a procura por uma nova rota comercial para chegar às Índias Orientais.

 ema 3: A expansão marítima espanhola

A Espanha também resolveu iniciar suas conquistas ultramarinas.
Assim, os reis católicos Isabel de Castela e Fernando de Aragão financiaram a esquadra do navegador Cristóvão Colombo, que defendia a teoria da esfericidade da Terra, afirmando que ao navegar sempre para o oeste, chegaria às Índias orientais.
Sem saber que encontraria um continente desconhecido, ao chegar nas Antilhas (ilhas Guanaani, Cuba e Hispaniola), Colombo acreditou ter chegado às Índias, por isso, chamou os nativos de índios.
Cristóvão Colombo morreu sem saber que havia encontrado um novo continente. Anos mais tarde, um outro navegador chamado Américo Vespúcio, constatou a existência do novo continente, que passou a ser chamar “América” em sua homenagem.
A primeira volta ao mundo que comprovou que a Terra é esférica, foi realizada por Fernão de Magalhães, também patrocinado pela Espanha, em 1519.

Tarefa: pág. 134

Tema 4: América, terras de grandes civilizações

Diversidade cultural

Quando os europeus aqui chegaram à América, encontraram diversos povos habitando esse continente. Havia por volta de 50 milhões de pessoas, distribuídas em sociedades tribais e outras consideradas grandes civilizações, como a asteca e a inca e a maia, entre outras.
Embora houvesse uma diversidade cultural entre elas, existiam algumas características comuns, tais como: agricultura como principal atividade econômica (técnicas de irrigação do solo); artesanato; comércio; politeísmo; tradição guerreira e conhecimentos matemáticos e de astronomia.

Mesoamérica

A sociedade que começou a prática da agricultura vivia na região chamada mesoamérica (México, Guatemala, Belize, El Salvador, Honduras e Costa Rica) e eram chamados de olmecas. Além deles, existiram também os teotihuacanos e zapotecas.

América do Sul

Outra grande civilização foi a dos chavíns, que viveram na América do Sul (Peru) entre os séc. X e III a.C.
Utilizavam os lhamas para o transporte de carga e praticavam a agricultura e a pecuária. Uma das práticas comuns entre esses povos era o cultivo do milho e da batata em terraços feitas nas encostas das montanhas, onde utilizavam um sofisticado sistema de irrigação. Ver mapa pág. 136 e fotos pág. 137.

Tema 5: A civilização maia

Três milênios de história

A história dos maias data de 1000 a.C. até o séc. XV, época da conquista espanhola.
Os maias viviam em cidades-Estado, ou seja, cada uma delas era governada por um chefe que exercia funções políticas e religiosas.
A principal atividade econômica era a agricultura (milho, principalmente) que era, inclusive, divinizado, pois acreditavam que os homens foram feitos desse cereal. Além do milho, cultivavam cacau, algodão, feijão, pimenta, abóbora, mamão e abacate.
A sociedade maia era formada por uma elite guerreira, sacerdotes e camponeses, que não eram donos de terras e recebiam apenas uma parte do que produziam.

Matemática e astronomia

Os sacerdotes maias criaram um símbolo para representar o zero e detinham o conhecimento de cálculos matemáticos, além de conhecerem o movimento do Sol, da Lua e de alguns planetas.
Criaram calendários muito precisos e o utilizavam para indicar a época do plantio e da colheita.

A idade de ouro maia

O auge da civilização maia deu-se no século VIII, quando construíram grandes templos e palácios. Algumas cidades, como Chichén Itzá, Palenque, Copán e Tikal (localizadas no sul do México e proximidades) revelam a relação que havia entre arte, astronomia e religião na cultura maia. Ver fotos dessas cidades nas págs. 138 e 139.

Tema 6: A civilização asteca

A história dos astecas começou por volta de 1325, com a fundação da cidade de Tenochtitlán (México). Aos poucos os astecas foram dominando outras sociedades, obrigando-as a pagar tributos, formando um grande império.
Quando os espanhóis chegaram aqui na América, encontraram uma população asteca estimada entre 200 e 300 mil habitantes, sendo que o império todo teria por volta de 11 milhões de pessoas.

As atividades econômicas

Os astecas praticavam a agricultura (milho, feijão, pimenta, abóbora, cacau, algodão, tabaco, frutas e verduras), a domesticação de animais (perus, cachorros e patos), a caça, a pesca e a coleta.
Como a cidade de Tenochtitlán estava situada numa ilha do Lago Texcoco, os astecas desenvolveram a técnica da agricultura em pequenas ilhas artificiais, chamadas de chinampas.
O artesanato dos astecas era bastante refinado (cerâmica, pedra e metais).

A educação dos meninos e meninas

O Codex era um conjunto de desenhos e escritos feitos pelos astecas que deixaram muitas informações a respeito daquele povo. Um deles (Codex Mendoza) demonstra que a educação das crianças era bastante severa, com castigos que podiam ser de respirar fumaça de uma fogueira onde queimavam pimenta a arranhões com espinhos. (ver gravuras pág. 141)

Quanto aos meninos, depois dos quinze anos, podia entrar para o calmecac e se tornar sacerdote ou alto funcionário do Estado, ou ia estudar no telpochcalli, onde aprendiam a atuar no comércio ou praticar atividades militares.
As meninas eram educadas pelas mães para serem donas de casa, com quem aprendiam a fazer as tarefas domésticas e fiar.

A religião e a arte

Os astecas adoravam vários deuses, tais como: Tlaloc (deus da chuva e do trovão), Quetzalcoalt (do vento, da escrita, do calendário e das artes), Xipe Totec (dos ourives), Chicomecoatl (do milho e da fertilidade), entre outros.
Construíam grandes pirâmides onde realizavam cultos e sacrifícios humanos, geralmente de prisioneiros de guerra ou escravos.
Quanto à arte, os astecas produziam a cerâmica (vasos e utensílios com temas religiosos), o tecido tingido, trabalhos com plumas, joias em outro, prata e pedras semipreciosas, como jade e turquesa.
Ver gravuras pág. 142

O calendário asteca

Os astecas dividiam o ano em 18 meses, cada um com 20 dias. Os cinco dias restantes eram dedicados aos sacrifícios.

Tema 7: A civilização inca

Os incas

Durante três séculos (do séc. XVIII ao XVI) os incas formaram um grande império que ocupava o sul do atual Peru (Cuzco), o Equador, a Bolívia, o Chile e a Argentina, chegando a reunir 12 milhões de súditos.

Dominação política

Dominados pelos incas, os povos pagavam tributos na forma de trabalho. Viviam em ayllu, como eram chamados os agrupamentos indígenas e recebiam do governo uma porção de terra para plantar.
O Império Inca possuía uma grande extensão de estradas (23 mil km) pavimentadas com pedras que serviam de ligação entre todas as partes do império.
Quem construía as estradas eram os camponeses que prestavam esse serviço compulsório durante alguns dias do ano. Essa distribuição de tarefas era chamada de mita.

Atividades econômicas

Os incas construíam terraços nas encostas das montanhas para cultivar milho, feijão, batata, algodão, tomate, pimenta, abacaxi, entre outros. Utilizavam técnicas de irrigação e o guano para a adubação, que consistia em fezes de avos marinhas e de morcegos.
Além da agricultura, praticavam a domesticação de animais (lhamas e alpacas), dos quais obtinham carne, leite elã, além de servirem de transporte, e também tinham um artesanato desenvolvido (tecelagem, metalurgia, cerâmica).


A composição das elites incaicas

O Sapa Inca era a mais alta autoridade do Império e quando morria um deles, suas mulheres e servos eram sacrificados. Assim como no Egito, os incas costumavam mumificar os mortos.
Para suceder o Sapa Inca escolhiam um de seus filhos, que era preparado para comandar o império.
Um dos símbolos da nobreza inca era a orelha perfurada, onde exibiam uma grande argola.

Ver de olho no presente: As múmias de Llullaillaco (pág. 144)

A cidade de Machu Picchu

A cidade de Machu Picchu, construída no topo de uma montanha, foi abandonada por seus habitantes e acabou coberta pela vegetação até ser encontrada por arqueólogos em 1911.
Acreditam que tenha sido um local de cultos religiosos realizados pelas Virgens do Sol, pois a maioria dos restos mortais ali encontrados era de mulheres e crianças.

Astronomia inca

Embora não tivessem desenvolvido uma escrita, os incas tinham um calendário solar de 365 dias, divididos em 12 meses lunares, que os ajudava a estabelecer o início e fim de cada estação, marcando o calendário agrícola e religioso.

Os quipus

Como os incas não tinham escrita, eles criaram um sistema de registro das informações, chamado quipu, que consistia num conjunto de cordões coloridos nos quais se faziam vários nós, registrando, assim, as diferentes informações, principalmente com relação a números e quantidades (alimentos, habitantes, valor de tributos, etc.). Ver pág. 145


Tarefa pág. 148

6º A e B - 12ª postagem roteiro de estudo - Unidade 5: Fenícios, Hebreus e Persas - 08/10/14

UNIDADE 5: FENÍCIOS, HEBREUS E PERSAS

Tema 1: Fenícios – um povo de navegantes
Os fenícios viviam no norte da África, organizavam-se em cidades-Estado, ou seja, eram independentes entre si, possuíam governo próprio e, às vezes, eram rivais umas das outras.
Como grandes navegadores que eram, os fenícios desenvolveram um intenso comércio no Mar Mediterrâneo.
A atividade comercial levou os fenícios a desenvolverem um alfabeto com 22 caracteres, que representavam o som das consoantes da língua fenícia, o que tornou a escrita mais simples.
Mais tarde, o alfabeto fenício foi adaptado pelos gregos, que introduziram as vogais.
Ver gravuras e mapa das pág. 136 e 137

Tema 2: Os hebreus e a Terra Prometida
Encontramos referências históricas dos hebreus no antigo testamento da Bíblia (Torá para os judeus e Pentateuco para os cristãos). Existem também referências no Egito antigo sobre combates dos egípcios com o povo hebreu.
Origem e tradição
Por volta de 1800 a.C. Abraão, o primeiro patriarca hebreu, teria saído da Mesopotâmia em busca da Terra Prometida, chamada por eles de Canaã (atual Palestina).
Abraão teve um filho de nome Isaac e um neto chamado Jacó, que passou a ser conhecido por Israel, dando origem ao povo israelita.
Israel e seu povo migraram para o Egito após um período de seca onde viviam (Canaã). Nessa época, o Egito era governado pelos hicsos e quando estes foram expulsos, os egípcios escravizaram os hebreus, acusando-os de colaborarem com os invasores.
Segundo a Bíblia, a filha do faraó (+ou- em 1250 a.C.) criou uma criança chamada Moisés, que era filho de hebreus. Quando cresceu, Moisés libertou seu povo do cativeiro e o conduziu de volta à Canaã, a Terra Prometida. Foi nesse retorno à Canaã, que Moisés, segundo a Bíblia, recebeu de Deus o código de leis do povo hebreu, conhecido como Dez Mandamentos.
Ver mapa da pág. 140
Ler o texto: A Bíblia como fonte histórica
A posse da terra
Organizados no sistema de tribos, os hebreus enfrentaram os cananeus que viviam em Canaã, juntaram-se a tribos nômades que viviam na região das montanhas e escolheram a cidade de Jerusalém para sediar o santuário no qual se reuniam para cultuar Javé (Deus).
O período dos juízes
Divididos em doze tribos, os hebreus eram governados por um chefe político e militar (ancião da família mais importante). Em momentos de crise, assumiam o comando os “juízes”.
Os juízes que se destacaram foram Sansão e Samuel. O primeiro (Sansão) teria defendido o território contra os filisteus, povo que se instalou na Palestina e era uma ameaça aos israelitas.
Já Samuel teria sido o último juiz de Israel que ajudou a escolher o primeiro rei, chamado Saul.
Ver gravura e mapa da pág. 141

Tema 3: Um rei para Israel
A centralização política
Davi, sucessor de Saul, conquistou a cidade de Jerusalém, que passou a ser a capital dos hebreus.
O reinado glorioso de Salomão
Salomão, filho de Davi, fortaleceu o reino e construiu o primeiro Tempo de Jarusalém. Seu filho, Roboão, não foi um bom governante e a população rebelou-se, dividindo o reino em duas partes: Israel e Judá.
Em 587 a.C. o reino de Judá foi conquistado pelo rei Nabucodonosor, da Babilônia, na Mesopotâmia. Nessa ocasião, parte da população foi feita prisioneira e levada para a Babilônia. Esse episódio ficou conhecido como Cativeiro da Babilônia.
Os assírios dominam Israel
Antes do povo de Judá ser levado para a Babilônia, o reino de Israel também foi dominado pelos assírios. Após esse domínio assírio, o povo de Israel separou-se do povo de Judá e este passou a ser conhecido como povo judeu. Já os israelitas eram chamados de samaritanos, referência à cidade de Samaria, capital de Israel.
O fim do Cativeiro da Babilônia
Após a libertação da Babilônia, os judeus retornaram à sua terra e reconstruíram o Templo de Jerusalém.
Após esse retorno, foram dominados pelos macedônios e pelos romanos que saquearam e destruíram o Templo de Jerusalém. A partir daí, os judeus dispersaram-se por vários partes do Império Romano, sendo que essa migração passou a ser conhecida como diáspora judaica, ou seja, dispersão dos judeus.
Tema 4: A vida em Israel
Um território diversificado
Os hebreus habitaram a Palestina, território bastante diversificado onde encontramos montanhas, vales, região costeira e deserto.
O trabalho
Alguns hebreus eram sedentários, enquanto outros eram nômades, dependendo da região em que viviam.
Nas cidades trabalhavam como artesãos ou como mercadores. Nos campos cultivavam trigo, cevada, lentilhas, pepinos, cebolas, oliveiras, videiras e figueiras. Muitos praticavam o pastoreio de ovelhas e cabras.
A vida familiar
Quem tinha autoridade na família era o homem, que nos primeiros tempos até podia ter várias esposas (poligamia). Esse costume, porém, mudou.
A vida religiosa
Os hebreus foram o primeiro povo monoteísta que se tem conhecimento. Acreditavam em um único Deus, a quem chamavam de Javé.
Inicialmente ofereciam sacrifícios e oferendas a Deus no Templo de Jerusalém, mas quando este foi destruído, os hebreus passaram a realizar suas orações nas sinagogas.
Ver gravura da pág. 145.
Ler EM FOCO, pág. 152 e 153

Tema 5: O Império Persa
Os persas foram povos que ocuparam territórios ao sul da Mesopotâmia e desenvolveram atividades comerciais.
No séc. VI a.C. o rei persa Ciro conquistou vários outros reinos. Considerado bom administrador e bravo guerreiro, era conhecido como “grande legislador” e “ungido de Deus”.
Seu filho e sucessor, Cambises, continuou a expansão e anexou o Egito. Depois de Cambises, foi a vez de Dario I assumir o trono e governar um grande império, que se estendia do Oriente ao Ocidente, como mostra o mapa da pág. 148.
As medidas administrativas tomadas por Dario foram:
·         Divisão do império em satrapias (regiões administrativas), governadas por um sátrapa escolhido pelo rei.
·         Criação de moeda única chamada dárico.
·         Construção de estradas com até 2500 km de extensão.

A sociedade persa
A sociedade persa era dividida em: nobreza, sacerdotes ou magos e camponeses.
A principal atividade econômica era o comércio, praticado com o Egito, Fenícia, Chipre e Índia.
Tinham um artesanato valorizado (tecidos, armas, joias, etc.).
O zoroastrismo era a principal religião dos persas, fundada por Zaratrusta  (séc. VI a.C.). Era uma religião que exigia dos fieis uma conduta moral e baseava-se em duas forças opostas: o bem (Ahura-Mazda, criador benéfico) e o mal (Arimã, destruidor).
Tarefa pág. 150 (exercícios 1 a 8) mais o Desafio da pág. 151.


6º A e B - 11ª postagem roteiro de estudo - Unidade 4: China e Índia - 08/10/14

UNIDADE 4: CHINA E ÍNDIA

Vídeo aula sobre a China Antiga e Índia
Os vídeos serão projetados em sala de aula e posteriormente acessados em casa na plataforma do Moderna Compartilha.

Após a projeção dos vídeos, os alunos deverão elaborar um resumo dos mesmos.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

8º A e B - Prova oficial do 2º trimestre realizada no dia 12/08/14 e respectivo gabarito


Colégio Franciscano
Nossa Senhora Aparecida
 


Nome: _______________________________________________  N.º______  Série: 8º    Turma: _____
Data: 12/08/2014           Profª.  Ana Maria Pimentel de Camargo                  Disciplina: HISTÓRIA
Avaliação Oficial do 2º trimestre                                                                     Nota: ____________
Instruções aos alunos:
- Preencher o cabeçalho corretamente: nome completo, número e turma.
- Ler atentamente todas as questões antes de respondê-las; a interpretação dos enunciados faz parte da avaliação.
- Não serão aceitas respostas a lápis; usar caneta azul escuro ou preta.
- As questões de múltipla escolha rasuradas serão consideradas erradas.
- Não usar corretivo.
- Valor: 8 pontos
Conteúdo:
Unidade 3: Das Revoluções Inglesas à Revolução Industrial
Unidade 4: Revoluções na América e na Europa
Objetivos:
Entender as mudanças ocorridas no processo de produção na Inglaterra e perceber os efeitos dessas mudanças nas relações de trabalho.
Reconhecer no Iluminismo os princípios de igualdade e liberdade que hoje predominam no mundo ocidental.

QUESTÕES FECHADAS:

1. Sobre o Iluminismo é correto afirmar:
a) Foi um movimento que dividiu a Igreja Católica, criando as chamadas Igrejas Protestantes.
b) Também chamado de Ilustração, o Iluminismo foi um movimento intelectual e político que aconteceu na Europa durante o século XVII.
c) O Iluminismo iniciou-se entre os participantes do clero e da nobreza.
d) A Enciclopédia era uma coleção de livros sobre a técnica de equitação, muito praticada entre a nobreza.

2. Leia os textos abaixo.
“Não concordo com nenhuma das palavras que você diz, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-las”. (Voltaire)
“Renunciar à liberdade é renunciar à qualidade de homem, aos direitos da humanidade e até aos próprios deveres.” (Rousseau)
Sobre a liberdade, escreva F (falso) ou V (verdadeiro).
(    ) A liberdade consiste em discordar sempre que possível dos outros.
(    ) Não é possível exercitar a condição humana sem ser livre.
(    ) Todo homem é livre e esse direito deve ser defendido.
(    ) A liberdade de expressão é um direito de todo indivíduo.
A sequência correta é:
a) V  V  V  V
b) F  F  F  V
c) F  V  V  V
d) V  F  F  F

3. Marque com um X os personagens que não fazem parte do grupo de iluministas.
 a) Voltaire e Diderot
 b) Leonardo da Vinci e Miguelângelo
 c) Diderot e D’Alembert
 d) Montesquieu e Rousseau
 e) Adam Smith e David Ricardo

4. No século XVIII, a sociedade europeia era estamental, significando que:


 a) Não pagavam impostos.
 b) Sobre a nobreza recaíam os impostos cobrados pelos monarcas do Antigo Regime.
 c) Todos podiam ocupar determinados cargos da administração pública, com direito a receber títulos e pensões
     vitalícias e hereditárias.
 d) A origem ou o nascimento de cada indivíduo determinava sua posição na sociedade.
QUESTÕES ABERTAS:

5. Comente sobre o que motivou os operários ingleses ao movimento ludista.

6. Explique o que foi o movimento cartista (Carta do Povo) e relacione as conquistas desse movimento.

7. Identifique o principal objetivo das trade unions.

8. Leia atentamente para responder as questões 1 e 2.
“A Enciclopédia consiste, fundamentalmente, em uma súmula das grandes descobertas científicas e técnicas da época, bem como dos grandes desenvolvimentos filosóficos e artísticos que marcaram o progresso da humanidade no período moderno. A obra reflete a pretensão pedagógica e reformista de seus idealizadores, que pretendiam com isso tornar o saber acessível, libertando o homem da ignorância e das superstições e, dessa forma, transformando a sociedade; uma sociedade de homens cultos, dominando os princípios básicos do conhecimento técnico e científico, seria forçosamente mais livre e igualitária.”
MARCONDES, Danilo. Iniciação à história da filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997.
Agora, responda:
a) De acordo com o texto, qual a proposta dos enciclopedistas? (0,5)
b) Qual era a visão de mundo dos ilustrados? (0,5)

9. A partir de sua observação com relação à figura abaixo, analise o que o autor desejou representar com sua produção artística. Nós poderíamos utilizar uma gravura semelhante para caracterizar a sociedade brasileira atual? Justifique sua resposta.


Representação dos três Estados da sociedade francesa

10. Relacione as principais críticas dos intelectuais europeus no séc. XVIII que levaram ao movimento chamado de Iluminismo ou Ilustração.

Respostas das questões abertas:






























Gabarito:

1, B
2. C
3. B
4. D
5. Quando houve a mecanização do trabalho, muitos ficaram desempregados, culparam as máquinas por essa situação e, assim, acabaram por reagir destruindo as máquinas. Esse movimento de quebra-máquinas foi chamado de ludismo.

6. Em 1837 uma associação de trabalhadores enviou ao Parlamento inglês um documento contendo um abaixo assinado com mais de um milhão de assinaturas (Carta do Povo), onde reivindicavam o voto secreto, o sufrágio universal masculino e parlamentos renovados anualmente. Nessa primeira vez, não obtiveram sucesso, mas insistiram três anos depois, com mais de 3 milhões de assinaturas. Conseguiram aumento de salário e redução de jornada de trabalho.

7. As trade unions seram associações que tinham por objetivo organizar as lutas dos operários por melhores condições de trabalho e maiores salários.

8. a) Os enciclopedistas pretendiam tornar o saber acessível, acabando com a ignorância e superstições.
    b) Os ilustrados (iluministas) acreditavam que somente uma sociedade de homens cultos seria mais livre e         igualitária.

9. A gravura representa uma charge da sociedade do antigo regime, criticando o peso do trabalho e dos tributos que recaíam sobre os camponeses. Atualmente podemos utilizar uma gravura semelhante, onde o povo estaria sendo explorado economicamente pelo Estado, do ponto de vista da cobrança de altos impostos.


10. Os iluministas criticavam a influência da Igreja, os privilégios da nobreza, a servidão no campo e a censura que, segundo eles, colocavam a sociedade europeia num período de trevas.